Wall Street chegou a um ponto de inflexão. O choque entre dados cruciais da inflação e o início dos resultados corporativos submete o rali ao teste definitivo. Antecipe-se aos movimentos do mercado e assuma o controle das suas decisões.
O otimismo levou Wall Street a novas máximas no início do semestre. A pergunta agora: será que as empresas vão conseguir manter o ritmo na temporada de resultados?
A última semana de junho deixou Wall Street entre duas forças: uma inflação que não cede e um setor de tecnologia mais volátil. A gente conta o que move o mercado no início do segundo semestre.
E se os juros ficarem altos por mais tempo do que a gente esperava? Essa é a pergunta que a última reunião do Fed deixou no ar, com estreia na presidência e reações em ações, títulos e petróleo.
Os dados de inflação de maio reacenderam a atenção do mercado bem na hora em que o Fed se prepara pra decidir sobre os juros. O que pode mudar esta semana em Wall Street? A gente conta o que os investidores estão observando.
Wall Street fez uma pausa depois de um relatório de emprego mais forte do que o esperado. O que isso significa para as taxas de juros e para onde o mercado olha agora? Foi isso que se mexeu na semana passada.
Wall Street segue perto das máximas históricas, mas o otimismo ficou mais seletivo. A IA lidera, as taxas pressionam e os investidores já não se contentam com promessas: querem resultados reais.