Quarta - 02/03/2022

O que você precisa saber hoje

Wall Street fecha em alta e barril de petróleo supera US$ 110

1. ONU condena ataque russo em Assembleia Geral

2. Bolsas dos EUA avançaram mais de 1%

3. Petróleo fecha em mais de US$ 110 o barril

4. Dólar sofre queda de 0,91% a R$ 5,10

5. Bitcoin registar leve queda em 24 horas

O que você precisa saber

A segunda rodada de negociações entre Rússia e Ucrânia que aconteceria hoje foi adiada para amanhã. Hoje, a Assembleia Geral da ONU condenou a Rússia pelo ataque contra os ucranianos. O Brasil votou a favor da condenação. Apenas cinco países foram contra, entre eles Rússia, Bielorrússia, Síria e Coreia do Norte. A China se absteve.

As bolsas de NY

O Dow Jones teve alta de 1,79% aos 33.891,35 pontos. O S&P 500 avançou 1,86% aos 4.386,54 pontos e o Nasdaq cresceu 1,62% aos 13.752,02 pontos.

Dólar cai a R$ 5,10

Depois de dois dias sem sessão em razão do feriado de Carnaval, a moeda americana fechou em queda de 0,91%, aos R$ 5,109.

Petróleo passa de US$ 110

O petróleo bateu a marca de US$ 110, o maior valor desde 2014. O barril de Brent era cotado a US$ 113,77 por volta das 11h desta quarta-feira, mas terminou o dia com alta de 7,58%, a US$ 112,93.

O barril do tipo WTI fechou o dia em alta de 6,95% aos US$ 110,60.  

A Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) decidiu manter o nível de aumento na oferta.

Criptos têm leve queda

O Bitcoin acumula alta de 16% nos últimos sete dias, mas teve queda de 0,25% nas últimas 24 horas e era cotado a US$ 43,806,56 no Coinmarketcap. O Ethereum caiu 0,77% aos US$ 2.945,09 no dia e mantém alta de 12,04% na semana.

Os russos estão utilizando a criptomoeda para tentar contornar as sanções contra o país. Por isso, o G7 (Alemanha, Canadá, EUA, França. Itália, Japão e Reino Unido) analisa uma maneira de evitar que isso siga ocorrendo.

Sanções contra Rússia

Hoje, a China afirmou que fará parte dos países que fazem sanções financeiras contra a Rússia. De acordo com a Comissão Reguladora de Bancos e Seguros da China, “Não aprovamos as sanções financeiras, principalmente as lançadas unilateralmente, porque não têm fundamento legal e não terão efeitos bons”.